Professora Maria Lúcia
E.M. Dom Máximo Biennés
Alunos da E.E. Frei Ambrósio lendo
Professora Cícera Alves Feitosa
E.E. Frei Ambrósio
Alunos da E.M. Dr. José Rodrigues Fontes, lendo e produzindo
textos.
Professora Marilza
E.E. Dr. José Rodrigues Fontes
RELATO DE EXPERIÊNCIAS
"Durante os estudos que tivemos sobre o TP6, pudemos aprender um pouco mais sobre a leitura e processos de escrita para então podermos repassá-los aos nossos alunos. Pois antes de qualquer atividade com os alunos é necessário uma série de estudos e reflexões sobre o que se vai trabalhar. E quando se fala de leitura e processo da escrita, isso tem que ser feito de forma mais cautelosa ainda.
Trabalhar a leitura e a escrita em sala de aula não deve ser simplesmente ensinar padrões de leitura e escrita, mas sim professores e alunos estarem em constantes práticas de leitura e escrita, conforme está inserido no TP6 página 73:
[...] não basta ensinarmos os modelos sem que os alunos e nós mesmos possamos praticá-los em diferentes situações sócio-comunicativas e por meio do aprendizado do uso, pela prática da escrita e reescrita de textos numa dinâmica que inclui dois movimentos básicos de retomada de práticas já conhecidas e expansão para outros usos da escrita. Esses procedimentos que sugerimos no material objetivam desenvolver o conhecimento da língua a partir de modelos, incentivar a capacidade de auto-reflexão de cada um dos alunos envolvidos, o trabalho em grupo, a abertura para a percepção das necessidades do leitor provável e também a criatividade e autonomia na escrita de textos diversos.
Para isso, a prática da leitura e da escrita tem que ser pensada como uma sequência em que o aluno sempre tenha a oportunidade de pensar e refletir sobre o texto que produz e interaja com o próprio texto e com os textos de seus colegas.
Considerando esse tipo de interação, dividi a sala da 2ª fase do 3º ciclo “B” em grupos e pedi que cada grupo produzisse um texto argumentativo na qual teria que convencer as pessoas a adquirirem um produto sem muita importância. Dentre os produtos estavam: meia furada, celular estragado e sem bateria, desinfetante com mau cheiro, e pneu de estepe furado.
Assim que cada grupo terminou de produzir o texto, foi feita a socialização dos textos que se deu de maneira bastante prazerosa e descontraída, pois os alunos gostaram muito da atividade.
Outra atividade que proporcionou bastante satisfação para eles foi o texto: Espírito Carnavalesco, na qual após o lerem em grupo tiveram que escrever um final para ele. No momento da socialização houve grande emoção e envolvimento dos alunos, pois cada grupo a sua maneira atribuiu um final ao texto e somente um dos grupos não teve muita criatividade em criar o final do texto. O grupo que não teve muita criatividade não deve ter atentado para o título e nem para o assunto do texto, pois finalizaram o texto dizendo que o marido foi e pediu para que parassem com o barulho e pararam com o barulho. Os demais grupos conseguiram estabelecer uma relação entre o título, o desenvolvimento e o final do texto.
Tenho percebido que através dos encontros que temos a cada mês, as minhas aulas têm sido enriquecidas, pois o que aprendo durante os encontros, pratico com meus alunos.
Portanto é de suma importância que nós enquanto educadores, estejamos em constante processo de formação continuada, pois através dessas formações adquirimos mais experiências e renovamos as esperanças em garantir para nosso futuro uma educação de maior qualidade ".
Marily Campos de Morais Ferreira
Professora da E.E. Prof. Demétrio Costa Pereira




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