terça-feira, 24 de novembro de 2009

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA
Alunos da E.M. Dom Máximo produzindo textos variados.
Professora Maria Lúcia
E.M. Dom Máximo Biennés
Alunos da E.E. Frei Ambrósio lendo
Professora Cícera Alves Feitosa
E.E. Frei Ambrósio
Alunos da E.M. Dr. José Rodrigues Fontes, lendo e produzindo
textos.
Professora Marilza
E.E. Dr. José Rodrigues Fontes
RELATO DE EXPERIÊNCIAS

"Durante os estudos que tivemos sobre o TP6, pudemos aprender um pouco mais sobre a leitura e processos de escrita para então podermos repassá-los aos nossos alunos. Pois antes de qualquer atividade com os alunos é necessário uma série de estudos e reflexões sobre o que se vai trabalhar. E quando se fala de leitura e processo da escrita, isso tem que ser feito de forma mais cautelosa ainda.
Trabalhar a leitura e a escrita em sala de aula não deve ser simplesmente ensinar padrões de leitura e escrita, mas sim professores e alunos estarem em constantes práticas de leitura e escrita, conforme está inserido no TP6 página 73:

[...] não basta ensinarmos os modelos sem que os alunos e nós mesmos possamos praticá-los em diferentes situações sócio-comunicativas e por meio do aprendizado do uso, pela prática da escrita e reescrita de textos numa dinâmica que inclui dois movimentos básicos de retomada de práticas já conhecidas e expansão para outros usos da escrita. Esses procedimentos que sugerimos no material objetivam desenvolver o conhecimento da língua a partir de modelos, incentivar a capacidade de auto-reflexão de cada um dos alunos envolvidos, o trabalho em grupo, a abertura para a percepção das necessidades do leitor provável e também a criatividade e autonomia na escrita de textos diversos.


Para isso, a prática da leitura e da escrita tem que ser pensada como uma sequência em que o aluno sempre tenha a oportunidade de pensar e refletir sobre o texto que produz e interaja com o próprio texto e com os textos de seus colegas.
Considerando esse tipo de interação, dividi a sala da 2ª fase do 3º ciclo “B” em grupos e pedi que cada grupo produzisse um texto argumentativo na qual teria que convencer as pessoas a adquirirem um produto sem muita importância. Dentre os produtos estavam: meia furada, celular estragado e sem bateria, desinfetante com mau cheiro, e pneu de estepe furado.
Assim que cada grupo terminou de produzir o texto, foi feita a socialização dos textos que se deu de maneira bastante prazerosa e descontraída, pois os alunos gostaram muito da atividade.
Outra atividade que proporcionou bastante satisfação para eles foi o texto: Espírito Carnavalesco, na qual após o lerem em grupo tiveram que escrever um final para ele. No momento da socialização houve grande emoção e envolvimento dos alunos, pois cada grupo a sua maneira atribuiu um final ao texto e somente um dos grupos não teve muita criatividade em criar o final do texto. O grupo que não teve muita criatividade não deve ter atentado para o título e nem para o assunto do texto, pois finalizaram o texto dizendo que o marido foi e pediu para que parassem com o barulho e pararam com o barulho. Os demais grupos conseguiram estabelecer uma relação entre o título, o desenvolvimento e o final do texto.
Tenho percebido que através dos encontros que temos a cada mês, as minhas aulas têm sido enriquecidas, pois o que aprendo durante os encontros, pratico com meus alunos.
Portanto é de suma importância que nós enquanto educadores, estejamos em constante processo de formação continuada, pois através dessas formações adquirimos mais experiências e renovamos as esperanças em garantir para nosso futuro uma educação de maior qualidade ".

Marily Campos de Morais Ferreira
Professora da E.E. Prof. Demétrio Costa Pereira

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